A greve que ocorre hoje em Belo Horizonte e ameaça o desabastecimento de postos de combustíveis não é comandada a nível nacional pelas lideranças dos caminhoneiros. Um interlocutor da categoria disse ao BAF que as paralisações não devem se estender para outros Estados antes do dia 1° de novembro, quando está marcado realmente uma greve de caminhões tanques. Mesmo assim, é um monitoramento difícil: como em 2018, o movimento é bem fluído e descentralizado, o que impede de cravar como será a reação dos caminhoneiros daqui para frente. O auxílio anunciado por Jair Bolsonaro ontem teve o efeito contrário do que o esperado pelo governo, de acalmar a categoria, e irritou ainda mais os transportadores, que avaliam como “esmola” os R$ 400 proposto. Eles seguem batendo na tecla de que a única solução é a mudança da política de preços da Petrobras. Há quem diga nos corredores do MME, que ficou de fora do desenho do auxílio, que a greve de novembro poderia passar batido como tantas outras, mas agora foi “abastecida” de motivos com o Bolsa-Caminhoneiro.
Equipe BAF- Direto de Brasília
Copyright ©2020 Todos os direitos
Back to Top