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Fim do sigilo processual do caso Master no Supremo põe fogo na campanha eleitoral

Edson Fachin atendeu ao pedido do governo Lula e solicitou que o ministro André Mendonça levante o sigilo das investigações do caso Master. O despacho se deu após conversa com Mendonça e Alexandre de Moraes, num momento onde Fachin corre para tirar a Corte do fogo cruzado.
A expectativa é que o que vier à tona agora cause estragos nas campanhas, com investigados já conhecidos sendo expostos novamente – mas com detalhamento do envolvimento com Daniel Vorcaro – e personagens desconhecidos até aqui na trama sendo revelados à opinião pública. Voltam à mira Dias Toffoli, Ciro Nogueira, Ibaneis Rocha, entre outros.
A 24 dias do primeiro turno das eleições, o potencial destrutivo da decisão é grande, o que torna o resultado do pleito imprevisível. A medida foi comemorada pelos apoiadores do presidente Lula, que reivindicavam o fim do sigilo para encerrar o que chamavam de “vazamentos seletivos”.
Coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro, Rogério Marinho cobrou que outros inquéritos também tenham o sigilo encerrado.
A queda do sigilo é a principal aposta dos petistas para reverter o mau momento da campanha e reeleger Lula.

Equipe BAF – Direto de Brasília

Foto: Gustavo Moreno/STF

Uma notícia boa e outra ruim para Flávio Bolsonaro