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Classificar facções como terroristas faz parte da estratégia eleitoral, avalia base governista

A possibilidade de a Casa Branca classificar facções criminosas brasileiras como grupos terroristas é vista pelos aliados do governo como mais um enredo criado pelo bolsonarismo para interferir no Brasil, em especial em ano eleitoral.

Para o líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues, faz parte da agenda do pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro, apelar para que forças exteriores “se apropriem” do país e influencie o processo eleitoral.

O filho 01 de Jair Bolsonaro vem explorando o assunto nas redes sociais, conectando segurança pública e narcotráfico, além de questionar se o governo petista atende aos interesses do crime organizado.

“Combater o narcoterrorismo, sufocar o financiamento dessas facções e devolver a liberdade aos cidadãos deveria ser prioridade do governo Lula, mas o que vemos é o oposto. Lula protege os “anjinhos” e ainda faz lobby para evitar que os Estados Unidos classifiquem PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas”, escreveu Flávio no X.

O temor do governo petista é que Donald Trump interfira no processo eleitoral brasileiro.

Equipe BAF – Direto de Brasília

Foto: Reprodução

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