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Eleição será jogo de quem erra menos, dizem aliados

Aliados do governo Lula preveem que os próximos meses serão de altos e baixos nas pesquisas de intenção de voto, ora o petista cometendo erros, ora Flávio Bolsonaro. Ao BAF, governistas avaliaram que o posicionamento do eleitorado está consolidado e que, considerando as duas candidaturas da polarização, ninguém conseguirá abrir cinco pontos sobre o adversário.

Num cenário estimado de eleição apertada, ganhará quem errar menos, afirmam. Flávio é visto pela base governista como o adversário dos sonhos e 2026 deve ser um repeteco de 2022, afirmam.

As fontes admitem que as entregas que Lula terá pela frente não têm potencial de alterar o cenário, mas que agora a experiência e a máquina colocam o petista numa condição melhor do que há quatro anos. A campanha de Lula vai priorizar a comparação com a gestão Bolsonaro, mas neste momento a estratégia é não atacar Flávio.

A aposta é que o petista crescerá no momento em que a campanha efetivamente começar – não a ponto de vitória no primeiro turno – e a emoção será explorada na reta final, aos moldes do que foi nas eleições passadas. Um aliado de longa data de Lula lembra que o eleitorado costuma definir o voto nos últimos 15 dias, que esperança e mudança tenderia a nortear essa escolha, mas como Lula e Flávio não se enquadram neste perfil, a tendência seria o eleitor optar por não correr riscos.

Neste momento, a avaliação entre os governistas é de que o caso do Banco Master não teria potencial de causar estragos no PT e no PL e sim no Centrão.

Em relação ao envolvimento de Fábio Luís, o Lulinha, no escândalo das fraudes do INSS, a expectativa é que o filho do presidente se explique e a apresentação voluntária dos sigilos fiscal e bancário enterre as acusações.

Equipe BAF – Direto de Brasília

Foto: Marcelo Camargo, Agência Brasil

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