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Insatisfeito, Alcolumbre entra em modo esfinge

O presidente do Senado tratou de desconversar quando questionado na quarta-feira sobre suas as últimas decisões que surpreenderam o governo e sua relação com o Palácio do Planalto. Ao ouvir perguntas sobre provável conversa com o presidente Lula nos próximos dias, Davi Alcolumbre disse que se alguém quer falar com ele deve procurá-lo para “poder continuar numa relação de pacificação e harmonia entre os Poderes”, ou seja, sinalizou que não está tudo bem.

Aliados de Alcolumbre apontam a tensão provocada pelos desdobramentos do Banco Master como provável causa, mas há várias versões para o que pode ter sido a gota d´água.

Nos corredores do Congresso, fala-se em irritação com votações à toque de caixa no Senado para rejeição da apreciação célere do Redata, também há avaliações que apontam Alcolumbre rejeitando a revogação da quebra dos sigilos de Lulinha para ficar bem com a oposição e deixar para o STF a palavra final sobre o pleito que beneficia o filho do presidente da República. Um aliado relata que ainda não está resolvida a indicação ao STF porque o senador gostaria de fazê-la e um governista considera que o problema de Alcolumbre com o líder Jaques Wagner não fui superado.

Há várias teorias circulando em Brasília para justificar a má fase na relação entre o senador do Amapá e o Executivo. A única certeza é que, neste momento, não dá para encaminhar as indicações do governo para o STF e as diretorias vagas do Banco Central. Só uma conversa estilo “olho no olho” com Lula pode resolver o mal-estar.

Equipe BAF – Direto de Brasília

Foto: Reprodução

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