O BAF apurou que o ministro Alexandre Silveira não deve se desincompatibilizar para disputar as eleições deste ano.
A consolidação do nome de Rodrigo Pacheco para a corrida ao governo de Minas Gerais reduz o espaço político disponível, restando – em tese – a alternativa de candidatura ao Senado (movimento considerado de alto risco diante da ausência de base eleitoral consolidada e do cenário competitivo no Estado).
Segundo fonte ouvida pelo BAF, a tendência é que Silveira permaneça à frente do MME até o fim do mandato. Em caso de vitória de Lula, a definição sobre seu futuro político ficaria para 2027, no âmbito da eventual reorganização ministerial.
Embora o prazo legal para desincompatibilização ainda permita mudança de rota até o dia 5, a permanência do ministro no cargo é tratada, neste momento, como certa nos bastidores.
Equipe BAF – Direto de Brasília
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