Apesar da nota oficial do governo brasileiro destacar a aplicação da lei da reciprocidade contra os Estados Unidos, internamente ainda há dúvidas se esse será o caminho adotado pela gestão Lula 3.
A questão gira em torno de onde aplicar e o risco de Donald Trump dobrar a tarifa. Há quem avalie no governo que há poucas formas de retaliar, não sobrando muitas opções para o Brasil.
Neste momento, o discurso da adoção da reciprocidade está mais atrelado à pressão política, uma forma de demonstrar que o mandatário brasileiro não vai se curvar a Trump – o que fortalece a imagem de Lula em ano eleitoral.
Reuniões ainda acontecerão em Brasília para discutir a estratégia a partir de agora. Uma opção seria eventualmente reajustar o imposto sobre itens específicos de pronto e, depois da eleição presidencial, rever a medida.
A tendência deste momento é que, se aplicada alguma retaliação, ela será pontual.
Equipe BAF – Direto de Brasília
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