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Os sinais divergentes de Pacheco sobre candidatura

O ex-presidente do Congresso, senador Rodrigo Pacheco, vem dando sinais divergentes sobre sua possível candidatura ao governo de Minas Gerais. Recém-filiado ao PSB, Pacheco se reuniu com um alto dirigente da sigla na semana passada e a impressão dada foi que ele não vai concorrer ao cargo.
Desde a derrota em plenário da indicação de Jorge Messias para o STF, o clima de desconfiança se instalou no PT. Dirigentes petistas no Estado não escondiam o desconforto causado pelos boatos de que até Pacheco poderia ter votado contra Messias, um dia após ter posado para foto ao lado dele, do presidente do PSB, João Campos, e do vice-presidente Geraldo Alckmin. O sentimento era de negação, já que Pacheco vinha sendo tratado como plano A da legenda em Minas.
Pacheco passou a não atender ligações da maioria dos petistas, priorizando conversas com figuras mais influentes no PT, como os deputados Reginaldo Lopes, Rogério Correia, e o presidente da sigla, Edinho Silva – com quem terá uma nova reunião.
Interlocutores de Pacheco negam que a decisão esteja tomada e reforçam que até o fim deste mês o martelo será batido.
Também há rumores de que o senador poderia ser o indicado para o TCU com a possível saída de Bruno Dantas para o setor privado. A próxima indicação ao tribunal é do Senado, já que a Câmara aprovou Odair Cunha para a última vaga aberta. A assessoria de Pacheco descarta essa possibilidade.

Equipe BAF – Direto de Brasília

Foto: Reprodução

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