A formação dos palanques em Minas Gerais neste ano é, de longe, a mais tumultuada das últimas eleições. Além das idas e vindas da candidatura ao governo estadual do senador Cleitinho Azevedo pelo Republicanos, a federação PP-União Brasil criou uma brecha para bancar a candidatura de Marcelo Aro ao Senado e desobrigá-lo de subir no palanque do governador Matheus Simões (PSD).
Em ata, a federação confirmou a coligação com o governador, mas indica candidatura de Aro fora da aliança. Após ser acusado de traição ao acordo prévio com Romeu Zema e Simões por ter articulado candidatura ao governo do Estado, Aro anunciou na sexta-feira que fará campanha para a eleição de Cleitinho.
Se não houver novas retificações dos partidos junto à Justiça Eleitoral, os demais palanques em Minas terão PT e PSB com Patrus Ananias, o PL – sem coligação – com Flávio Roscoe, Alexandre Kalil apoiado pelo PSDB-Cidadania e Gabriel Azevedo (MDB) sem alianças. A última notícia é que PSOL e Rede racharam por divergência sobre apoiar Kalil ou Patrus.
Equipe BAF – Direto de Brasília
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