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Presidenciável do PSD sinaliza desistir da disputa

Diante do esfacelamento de sua base aliada, o governador do Rio Grande do Sul deixou no ar nesta semana a possibilidade de não se desincompatibilizar do cargo e terminar o mandato. Em evento público em Porto Alegre, Eduardo Leite sugeriu que pode sair do governo estadual em um mês ou “em nove meses”.
Até aqui, Leite vem disputando com os governadores Ratinho Jr. (PR) e Ronaldo Caiado (GO) a indicação do PSD para concorrer à presidência da República como terceira via e sua desincompatibilização era dada como certa.
Nos últimos dias, no entanto, partidos aliados abandonaram a aliança com Leite para apoiar candidaturas adversárias ao Palácio do Piratini. O deputado Luciano Zucco (PL) – líder nas pesquisas de intenção de votos – atraiu os apoios do Republicanos, do Podemos e do PP.
Na esquerda aliada a Leite, o PSB está rachado e pode compor a chapa com o candidato do PT, já o PDT terá candidatura própria. Resta a Leite o União Brasil (que está federado ao PP) e o MDB do vice-governador, Gabriel Souza, seu candidato à sucessão estadual.
Se continuar no cargo, Leite deve se dedicar à campanha do aliado. No plano nacional, uma eventual desistência da disputa não muda muito a perspectiva da terceira via, uma vez que ele é considerado o candidato com menos chances de ser o escolhido pelo PSD – se é que Gilberto Kassab realmente lançará um candidato próprio.

Equipe BAF – Direto de Brasília

Foto: José Cruz/Agência Brasil

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