Diante da crise no palanque de Flávio Bolsonaro no Rio de Janeiro, o PL escolheu Carlos Portinho para disputar a reeleição ao Senado. O preferido de Flávio era o deputado Carlos Jordy, mas prevaleceu o entendimento de que Portinho tem perfil mais político do que ideológico.
Portinho havia perdido a indicação da legenda para Cláudio Castro com a promessa de que seria indicado para o Tribunal de Contas do Estado. Como o presidente da Alerj, Douglas Ruas, não conseguiu assumir o governo estadual, a promessa não pode ser cumprida.
Aliados do pastor Silas Malafaia trabalham agora para colocar seu irmão, Samuel Malafaia, como primeiro suplente de Portinho. Manter o influente pastor no palanque de Flávio se tornou crucial, principalmente sem o apoio de Michelle Bolsonaro com o segmento evangélico.
Nas últimas legislaturas, o posto de suplente se tornou atrativo porque muitos titulares deixaram o mandato para ocupar outros cargos.
Equipe BAF – Direto de Brasília
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