A campanha do pré-candidato Flávio Bolsonaro passa por tormentas, mas, por ora, não há nenhum iceberg para furar seu casco a ponto de fazê-lo naufragar.
O senador tem enfrentado dificuldades para atrair o Centrão para seu palanque e corre o risco de ficar sozinho, foi bombardeado pelo vídeo da madrasta, enfrenta denúncias de um suposto relacionamento com Daniel Vorcaro e é atacado pelos petistas, que tentam vinculá-lo ao tarifaço.
O primogênito já teve exposta a informação de que a sócia de seu escritório é irmã do sócio do Careca do INSS e ainda não foi confrontado sobre as discrepâncias de suas explicações, como a nota fiscal de um serviço já prestado que foi cancelada.
No entanto, apesar de tudo isso, não despencou nas pesquisas e seu nome praticamente está confirmado num segundo turno.
Flávio mostra a resiliência do pai, que enfrentou vários desgastes, mas perdeu a eleição por menos de dois milhões de votos. O problema, agora, é que ele não tem a máquina na mão – e foi esse “detalhe” que fez Jair melhorar seus índices na eleição passada.
Equipe BAF – Direto de Brasília
Foto: Carlos Moura, Agência Senado


