A três dias das eleições, a campanha de Lula corre atrás do futuro, ao fazer uma campanha errática, no primeiro turno, sobre o passado. Os ouvidos moucos do candidato fecharam-se para a realidade digital dos brasileiros e para a nova ordem econômica individual, em que o coletivo sindical é peça de museu. Coube ao deputado André Janones despertar o “Exército de Lula”, em que o “marechal” incorporou-se, mas não comanda.
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