A nova escalada do petróleo no mercado internacional voltou a colocar o diesel no centro das preocupações do governo. A combinação entre a alta do brent, a ampliação dos custos de refino e a redução das exportações russas fez aumentar a defasagem entre os preços domésticos e a paridade de importação, reacendendo o debate sobre a necessidade de ampliar novamente os subsídios ao combustível para evitar problemas de abastecimento.
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