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Tratamento de Motta a Eduardo Bolsonaro deve ser o mesmo dado a Carla Zambelli

A mobilização do PL para conseguir com que Eduardo Bolsonaro assuma uma função de assessoria a qualquer governo estadual parceiro nos Estados Unidos se deve ao fato da bancada ter se dado conta de que não há apoio suficiente na Câmara para preservá-lo, seja com a aprovação de proposta para permitir que ele exerça o mandato “home office”, seja para impedir que ele perca o mandato.
Hugo Motta dará ao filho 03 de Jair Bolsonaro o mesmo tratamento que vem dispensando a Carla Zambelli, que fugiu para a Itália: não fará nada.
O presidente da Câmara entende que não há qualquer medida que se possa tomar agora porque o caso envolve as esferas políticas e judicial, o que requer cuidado. Cassá-lo por faltas só seria possível próximo do fim do ano e aprovar qualquer proposta para ajudar Eduardo poderia abrir precedentes perigosos.
Mesmo que quisesse ajudar Eduardo, Motta teria de convencer o Centrão a embarcar na mobilização – o que hoje não existe nem para anistiar o pai, quanto mais para favorecer um deputado que já era visto como “antipático”.
Desafiado nos últimos dias pelo PL, Motta vai só acompanhar os desdobramentos do caso.

Equipe BAF – Direto de Brasília

Foto: EFE/ Joédson Alves

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