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Anúncio do congelamento de despesas foi show de erros

Desta vez não se pode culpar Sidônio Palmeira. As medidas tornadas públicas na quinta-feira pela equipe econômica repetiram o erro de novembro do ano passado, quando o governo anunciou corte de gastos e, ao mesmo tempo, a isenção de Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil.
O anúncio de congelamento de despesas junto com aumento do IOF incorreu na mesma lógica ilógica do Planalto. Lula, Haddad e cia. quiseram demonstrar que os “mais ricos” – sempre os “mais ricos”, mas, na verdade, a classe média – seriam tributados um pouco a mais para não precisar cortar tantos gastos. Deu errado do início ao fim.
Haddad teve que vir a público dizer que não conversou com Gabriel Galípolo sobre o IOF – horas depois de seu secretário executivo ter afirmado o contrário –, e o governo teve que recuar à noite ao perceber que não serão apenas os “mais ricos” que serão tributados a mais, mas grande parte da população.
A elevação do IOF, somada ao novo marco da energia, deixa claro que a classe média é que pagará pela sanha de gastos do governo.

Equipe BAF – Direto de Brasília

Foto: Reprodução

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