O anúncio de que Celso Sabino deixará o Ministério do Turismo após sua expulsão do União Brasil não visa agradar ao partido, mas sim à ala que vota com o governo (aproximadamente 25 deputados) na Câmara e não se via contemplada com um ex-colega de bancada ocupando o cargo. Aliás, Sabino nunca foi crucial na interlocução do governo com a Câmara.
Ele será substituído por Gustavo Damião, filho do deputado Damião Feliciano. Um importante cacique da sigla afirmou que a mudança não foi uma demanda do presidente da sigla, Antônio Rueda, e não significa uma reaproximação com o Palácio do Planalto.
A tendência hoje do partido, considerando o cenário a partir da pré-candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência, é liberar os palanques estaduais de acordo com as conveniências políticas locais.
Equipe BAF – Direto de Brasília
Foto: Agência Brasil


