O relator do PLP 22, dos restos a pagar, apresentou nesta terça-feira o parecer do projeto e espera votá-lo na próxima semana.
Danilo Forte (União-CE) deixou o texto como veio do Senado e fez apenas emendas de redação. Era a condição do governo para aceitar a votação na Câmara.
Segundo a liderança do governo, são recursos não liberados de emendas parlamentares antigas. Forte citou o período de 2019 a 2022, incluindo dinheiro para combate à epidemia da Covid-19.
Fontes governistas e o próprio relator dizem que o PLP que vai liberar R$ 4,3 bi servirá para colocar uma “pedra” no desgastado tema relativo ao pagamento das emendas parlamentares.
Equipe BAF – Direto de Brasília
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