Em 1º de julho de 2015, o então presidente da Câmara, Eduardo Cunha, usou uma manobra regimental para votar novamente a PEC da redução da maioridade penal. A proposta que permitia a redução da responsabilização criminal de 18 para 16 não avançou no Senado depois.
Apesar de toda repercussão negativa da aprovação, em primeiro turno, da PEC da Blindagem, a Câmara concluiu a votação em segundo turno ontem e colocou de volta no texto um trecho que havia sido rejeitado na sessão anterior. A manobra permitiu que a votação secreta para barrar a abertura de ação judicial no STF contra parlamentares voltasse ao texto que vai ao Senado, onde terá dificuldades para avançar.
O líder do governo na Casa, senador Jaques Wagner, foi às redes sociais avisar que a PEC não passará.
Apesar da rebelião da esquerda e do Novo, Hugo Motta – que em 2015 era um dos pupilos de Cunha – ignorou os protestos e tratorou em plenário.
Equipe BAF – Direto de Brasília
Foto: Givaldo Barbosa / O Globo


