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Lula fica sem palanques em São Paulo e Minas Gerais

Declarado candidato à reeleição, o presidente Lula enfrenta dificuldades nos dois principais colégios eleitorais do país ou por não ter nomes definidos ou por ter gente com pretensão, mas sem atração eleitoral.
Em São Paulo, Fernando Haddad já disse que não quer – e possivelmente não teria votos. Alckmin aguarda a vaga de vice, até toparia voltar a disputar o governo que administrou em quatro ocasiões, mas ainda não há definição e só aceitaria a incumbência se Lula o pedisse e se Tarcísio de Freitas sair candidato à Presidência. Márcio França quer, mas é outro que não tem votos.
Em Minas a situação é semelhante. Lula quer Rodrigo Pacheco, mas o senador tem ciência de sua dificuldade no Estado – há quem diga que ele teria problemas até mesmo para se eleger deputado federal.
Gilberto Kassab, que enxerga longe, já percebeu que seu correligionário não chegará a lugar algum e, por isso, o trocou pelo vice de Zema.
O PT continua indesejado pelos mineiros e, a possibilidade de lançar um nome no partido é mais para figuração do que para disputa real.
Para vencer em 2026, Lula terá que subir em palanques de candidatos da segunda divisão e caprichar na retórica e nas entregas populistas.

Equipe BAF – Direto de Brasília

Foto: Ueslei Marcelino 

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