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Em reunião ministerial, Lula elege Trump e clã Bolsonaro como “inimigos da pátria”

O presidente Lula abriu a reunião ministerial de ontem irritado com a nova rodada de ameaças de taxação de Donald Trump. O presidente dos Estados Unidos ameaçou impor tarifas e restrições a exportações de países onde há leis que regulam as big techs americanas.
O petista voltou a acusar o mandatário norte-americano de agir como se fosse “imperador”. Usado cada vez com mais frequência, o boné “O Brasil é dos Brasileiros” foi o destaque da imagem inicial da abertura da reunião.
O presidente ressaltou que seus ministros estão dispostos a negociar o tarifaço, mas não serão tratados como subalternos. Também apontou Eduardo Bolsonaro como “traidor da pátria”, responsável por insuflar com mentiras o governo Trump contra seu próprio país. Ao ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, o presidente fez um desagravo após a perda de seu visto.
A ordem de Lula é que os ministros enfatizem sempre a soberania brasileira. Tanto discurso como figurino da reunião mostram a disposição do governo em continuar investindo na mensagem de que seu governo defende a independência do país, mesmo diante das investidas da família Bolsonaro contra a economia nacional.
Para continuar recuperando a popularidade, a aposta é fixar na mente do eleitorado dois “inimigos da pátria”: Trump e o clã Bolsonaro.

Equipe BAF – Direto de Brasília

Foto: Ricardo Stuckert/PR

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