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Lamentações marcam lançamento no Planalto do plano de ajuda aos exportadores

Medidas injustas do governo norte-americano e situação inusitada foram expressões usadas por ministros durante a cerimônia de apresentação do Plano Brasil Soberano, no Palácio do Planalto.

O presidente da CNI, Ricardo Alban, pediu ao governo ênfase nos acordos bilaterais, equilíbrio e bom senso nas negociações. Na sequência, o presidente Lula disse – usando uma expressão chula – que a decisão do governo de Donald Trump “pode não dar certo para ele”.

Lula reclamou que “quem não quer negociar são eles”, que seu time só sabe negociar, “mas não tem medo de briga”.

Além das medidas anunciadas de socorro aos setores prejudicados pelo tarifaço, o governo brasileiro vai discutir a situação com o Brics, investir em novos mercados e não pretende tratar agora de reciprocidade, mas vai continuar buscando o diálogo com os Estados Unidos.

Lula insistiu que a questão em jogo não é econômica, mas político-ideológica e com o objetivo de destruir o multilateralismo.

Centrão ausente – O governo reuniu ministros e aliados de esquerda no Palácio do Planalto para apresentar o plano de ajuda aos setores afetados pelo tarifaço de Donald Trump sem a presença de personagens importantes para a aprovação da MP que será assinada hoje: os líderes do Centrão.

PP, União, Republicanos e MDB não foram representados por seus líderes. Só o PSD de Antônio Brito e Nelsinho Trad participaram da cerimônia.

A poderosa Frente Parlamentar da Agropecuária não prestigiou o evento, mas CNI e centrais sindicais sim.

Em fase de insatisfação com a oposição, Davi Alcolumbre e Hugo Motta atenderam ao convite de Lula.

Equipe BAF – Direto de Brasília

Foto: José Cruz, Agência Brasil

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