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Tempo para diálogo pode esfriar ânimos, dizem governadores

Os governadores de oposição à gestão Lula saíram da reunião com Hugo Motta pregando ao menos 30 dias para amadurecer o projeto antifacções. Ontem, a votação em plenário foi realmente adiada.
Em tom ameno, os gestores disseram que é preciso juntar na mesma mesa os 3 Poderes para que a matéria não fique parada no Senado ou seja contestada no STF. Cláudio Castro sugeriu que a votação se dê antes das votações do Orçamento de 2026, por volta do dia 10.
O clima na Câmara ontem era de incerteza em relação à apreciação, principalmente depois que o governo pediu mais mudanças.
A conversa com Motta não se deu sobre pontos do texto de Guilherme Derrite, mas sim no sentido de desacelerar a tramitação e buscar o consenso ainda neste ano para não entrar em 2026 com esse impasse. Romeu Zema insistiu que a equiparação das facções a terrorismo volte a algum projeto, em algum momento.
O movimento dos governadores acontece após a repercussão negativa tomar as redes sociais, com juristas, especialistas em Segurança Pública e a imprensa questionarem o açodamento da discussão.
Os principais pleitos do governo Lula foram atendidos, após a campanha avassaladora contra Derrite e Motta nas redes sociais. A comunicação do governo conseguiu mudar o rumo do PL.

Equipe BAF – Direto de Brasília

Foto: Marina Ramos/Câmara dos Deputados

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