Em ano eleitoral, e com o noticiário fervendo a respeito dos desdobramentos do Banco Master e suas enroladas transações, a avaliação no Banco Central é de que a CPMI vai acontecer, apesar da pressão de gente graúda, como os presidentes da Câmara e do Senado, integrantes do governo, alguns parlamentares e membros do STF.
O BAF apurou que deputados e senadores não vão perder a oportunidade de usar uma vitrine eleitoral fácil e que pode render outros dividendos.
Fonte do Banco Central avalia que é praticamente irreversível a liquidação extrajudicial do Master e que, em outros casos semelhantes, o destino foi igual: Econômico, Nacional, Bamerindus, por exemplo. No entanto, com o Master, admite esse membro do BC, a pressão está sendo maior.
O deputado Carlos Jordy (PL-RJ) já tem mais de 230 assinaturas para a CPMI e, no Senado, Alessandro Vieira (MDB-SE) diz que já obteve o número mínimo (27 apoiamentos).
Equipe BAF – Direto de Brasília
Foto: Rovena Rosa, Agência Brasil


