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Conversa entre presidentes sempre é precedido de ritual diplomático preliminar

Desde que a diplomacia passou a existir na história da humanidade, as relações entre os países seguem um rito formal de diálogo entre seus mandatários.
Os canais de diálogo são direcionados pelos diplomatas e os temas são discutidos entre eles previamente para que a conversa aconteça sem grandes ruídos. Uma ligação telefônica entre presidentes nunca acontece de forma casual e sem acertos prévios.
A presença do chanceler Mauro Vieira nos Estados Unidos era justamente para tentar criar algum canal confiável de diálogo. A preocupação do Itamaraty é que não ocorra nenhuma situação embaraçosa, seja para o caso de Geraldo Alckmin ir aos Estados Unidos, seja para eventual conversa de Lula com Donald Trump, evitando assim o que ocorreu com outros mandatários em encontros recentes na Casa Branca.
Ontem, o ministro Fernando Haddad reforçou que antes de dois chefes de Estado dialogarem, há um “protocolo mínimo” a ser seguido para que a conversa se dê em ambiente respeitoso, “sem sentimento de subordinação”.
Na prática, Lula só conversará diretamente com Trump se houver a possibilidade de um diálogo que ele considere civilizado.

Equipe BAF – Direto de Brasília

Foto: REUTERS/Jonathan Ernst

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