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Confusão de palanques favorece judicialização nas eleições

Cleitinho Azevedo foi à tribuna do Senado na semana passada acusar adversários de ensaiarem um movimento para barrar sua candidatura ao governo de Minas Gerais. Entre as idas e vindas do senador, o Republicanos encaminhou à Justiça Eleitoral retificações, sendo a primeira com a vaga de candidato ao governo pendente do sim de Cleitinho e a segunda com a decisão de que teria um postulante, mas sem confirmar o nome. Na sexta-feira, no entanto, uma nova ata foi apresentada com a chapa completa.

A confusão na formação das coligações deve ser a marca do pleito eleitoral neste ano e pode-se encontrar questionamentos jurídicos para isso.

No Ceará, a coligação liderada pelo PT já foi ao TRE pedir a exclusão da federação PP-União da coligação de Ciro Gomes. Já em Alagoas, o PSDB registrou uma ata sem nomes do candidato ao governo e ao Senado. Agora, o tucano JHC pode disputar o Senado – com a bênção de Lula – e não o governo local, como consta na ata do PP-União de Arthur Lira.

As mudanças podem abrir brechas para contestações na Justiça.

Equipe BAF – Direto de Brasília

Foto: Junia Garrido

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