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Cenário sem apoio do MDB ajuda Alckmin na vice

O mês que vai definir o destino político de Geraldo Alckmin começa na próxima semana e a expectativa é que o vice-presidente da República permaneça na chapa de reeleição. Ao chegar da viagem internacional, é esperado que Lula volte a conversar com o ex-tucano, que ameaça abandonar a vida política se não for candidato a vice.
O prazo final da desincompatibilização é 4 de abril. Apesar de ter dito publicamente que Alckmin tem “missão a cumprir” em São Paulo e os aliados discutirem a ampliação da coligação com a indicação de outro vice, no caso do MDB, não há nenhuma conversa em curso com a direção nacional do partido de Michel Temer. O presidente do MDB, Baleia Rossi, sequer foi chamado para conversar sobre o tema com Lula.
No MDB, a ala lulista é minoritária e, até agora, não houve movimento de aproximação. O que existiu foram manifestações públicas de alguns emedebistas, como o ministro Renan Calheiros Filho, sugerindo a aliança com o MDB.
Baleia é aliado do governador Tarcísio de Freitas e o cenário atual aponta para possível aliança com Gilberto Kassab, a depender da concretização de uma candidatura presidencial de terceira via pelo PSD.
Também não há qualquer disposição do MDB em dar legenda para a ministra Simone Tebet para disputar as eleições em São Paulo com o objetivo de dar palanque a Lula.
Sem abertura com o MDB nacional, resta ao petista fazer campanha com Alckmin.

Equipe BAF – Direto de Brasília

Foto: Cadu Gomes/VPR

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