Diante do desgaste do caso Banco Master, o presidente do STF, Edson Fachin, passou os últimos dias dando entrevistas em defesa da instituição. Com o ministro Dias Toffoli encurralado pelos desdobramentos do tema, Fachin disse ao O Globo que não vai ficar “de braços cruzados” perante os questionamentos sobre a atuação de Toffoli.
Com o cerco dos críticos e da imprensa, será difícil ignorar o que vier à tona. Não por acaso, Fachin sinalizou que “arguições de irregularidade” podem ser apreciadas pela Segunda Turma do STF. Na prática, a Corte teria instrumentos para “se livrar” do problema, caso Toffoli não opte por uma saída consensual do caso.
Em um único dia, o Palácio do Planalto – que vinha bem altivo no assunto – foi alvo de dois vazamentos: a relevação que Lula se reuniu com Daniel Vorcaro fora da agenda oficial e que o escritório da família do ex-ministro Ricardo Lewandowski foi contratado para dar consultoria jurídica ao Master entre 2023 e 2025 (parte desse período com Lewandowski no Ministério da Justiça).
Os governistas, eloquentes nas redes sociais, ontem estavam em silêncio.
Equipe BAF – Direto de Brasília
Foto: Reprodução


