A querela entre o STF e o Congresso escalou e não há, num horizonte próximo, sinais de que vá arrefecer.
Flavio Dino tem em suas mãos 40 mil emendas sob suspeitas. Alexandre de Moraes, energizado por ter saído da Lei Magnitsky, já demonstrou que não tem teto e impôs uma humilhação — mais uma — a Hugo Motta, com o apoio de seus pares.
O bolsonarismo raiz e seus representantes no Congresso também vão assistindo minguar seu poder de pressão. Na ultima semana útil do ano, o Supremo demonstra união e avanços.
A Câmara se vê num redemoinho com um capitão sem prumo, e o Senado recolhe a artilharia por precaução. Enquanto isso, o governo celebra a química entre Lula e Donald Trump e os resultados práticos das negociaçoes.
Equipe BAF – Direto de Brasília
Foto: Marcos Oliveira, Agência Senado


