O líder do governo na Câmara definiu duas frentes de atuação do Executivo para recuperar a popularidade: a condução da crise provocada pelo tarifaço de Donald Trump e as entregas previstas para acontecer no segundo semestre. José Guimarães disse que o momento é de unir o país e reciprocidade não está em discussão agora. Em coletiva de balanço do semestre, o petista afirmou que a boa relação com a cúpula do Congresso foi restabelecida e que agora é aguardar a decisão do ministro Alexandre de Moraes. Entre as entregas até o fim do ano está a votação do projeto do IR (que teve seu relatório preservando o que o governo queria) e que precisa ser votado nas duas Casas em agosto e setembro. Também há perspectiva na volta do recesso de votação do PLP das isenções fiscais, que receberá as sugestões do governo (que podem prever cortes de 10%).
Equipe BAF – Direto de Brasília

