Avaliações feitas pelo ONS, na reunião do CMSE, afastam, por ora, a necessidade de horário de verão.
Segundo o Operador, os reservatórios evoluíram dentro da normalidade no período seco e os estudos até fevereiro de 2026 indicam pleno atendimento da demanda de energia . Mesmo no cenário mais crítico, o atendimento poderá ser garantido com geração térmica adicional e a maximização da produção de Itaipu e do São Francisco.
O monitoramento indica que a ENA agregada do SIN em setembro deve ficar em torno de 70% da MLT, o 16º menor patamar em 95 anos, mas ainda dentro dos limites de segurança. A energia armazenada em agosto fechou em 62% e a previsão para o fim de setembro varia entre 54% e 55% da EARmáx. Além disso, a expansão da geração e da transmissão segue robusta, com 4.521 MW de capacidade centralizada adicionados até agosto e a entrada em operação da UHE Juruena (50 MW).
O governo afirmou que medidas extraordinárias só serão avaliadas se houver deterioração significativa no balanço energético.
Equipe BAF – Direto de Brasília
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