O presidente da CPMI das Fake News, Angelo Coronel (PSD-BA), disse hoje que a comissão só voltará a funcionar quando houver garantias de autoridades sanitárias de que é seguro fazer reuniões presenciais. Isso significa, praticamente, o fim da CPMI que tanta dor de cabeça causa ao presidente Bolsonaro, seus filhos e militantes mais extremistas. Até o ano passado, Coronel tinha uma posição crítica ao governo e lutou para que a comissão tivesse seu prazo estendido. Agora, passou a deixar o barco correr e não há garantia que uma nova dilatação ocorra. De acordo com reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, ele recebeu R$ 40 milhões de verbas extras para sua base.