MME, TCU, ONS e CCEE foram surpreendidos pela decisão da Aneel que colocou fim a uma negociação conduzida com o Executivo e mediada pelo TCU para flexibilizar térmicas da Eneva. Por três votos a dois, a diretoria rejeitou o acordo para reduzir a geração compulsória de termelétricas da companhia, inviabilizando a solução consensual que vinha sendo construída.
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